Avançar para o conteúdo principal

CICLO AMOR: CINEMA E FILOSOFIA no Porto

«Depois do sucesso do ano passado, com sessões esgotadas, a Medeia Filmes apresenta no Teatro do Campo Alegre, de 7 a 11 de Abril, sempre às 21h30, o Ciclo de Cinema e Filosofia (a Filosofia e o cinema sempre tiveram uma relação próxima), que este ano tem como tema central o Amor. Com organização de um grupo de estudantes do curso de Filosofia da Faculdade de Letras do Porto, em colaboração com a Medeia Filmes, poderá ver 5 obras, de cinco cinematografias diferentes, dos cineastas Jean-Paul Rappeneau, Lars Von Trier, Imanol Urib, Nanni Moretti e Yasujiro Ozu.

As sessões são sempre seguidas de debate, com filósofos, ensaístas, escritores, professores.

Bilhetes a 3,50 euros. Teatro do Campo Alegre.

PROGRAMA:
- 7 de Abril, 21h30: "Cyrano de Bergerac", de Jean-Paul Rappeneau;
conversa entre Maria Cândida Pacheco e Emília Pinto de Almeida;

- 8 de Abril, 21h30: "Ondas de Paixão", de Lars Von Trier;
conversa entre Eugénia Vilela e Costa Macedo;

- 9 de Abril, 21h30: "O Rei Pasmado", de Imanol Uribe;
conversa entre Horácio Lourenço e Maria do Carmo Serem;

- 10 de Abril, 21h30: "O Quarto do Filho", de Nanni Moretti;
conversa entre Paula Cristina Pereira e Ana Luísa Amaral;

- 11 de Abril, 21h30: "Primavera Tardia", de Yasujiro Ozu;
conversa entre Joana Matos Frias e David Barros.

via Lekton

Comentários

Mensagens populares deste blogue

um espaço para sentir, observar, contemplar... da terra ao céu!

Quinta dos Loridos Bombarral

Palavras Cruzadas com Filosofia!

Mais uma vez, o Twitter foi palco de uma «parceria», de um encontro... melhor dizendo! De um cruzar de ideias e de propostas, do qual resultaram Palavras Cruzadas. O Paulo Freixinho desafiou-me para seleccionar 6 palavras relacionadas com o meu projecto, para que as pudesse trabalhar e cruzar (como só ele sabe)! O resultado está à vista! Cliquem aqui para aceder ao espaço do Paulo, a quem agradeço a oportunidade de colaboração.

Chapéus há muitos

«Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético – embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a técnica Six Thinking Hats® vê reconhecida a sua eficácia a diferentes níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem vindo a ser...