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domingo, 25 de outubro de 2009

Olívia... no... bairro?



Ele: Oh Mãe... este livro cham-se Olivia no bairro?
Eu: No bairro filho? não!
Ele: Não? é, é... Olívia no Bairro...
Ele:... ó mãe, como se chama aquele sítio onde há montes de quadros?
Eu: O Museu?!
Ele: Ah! pois... Olívia no museu! É isso!

aventuras da Zélia e do Rafa, aqui!
a fotografia foi retirada daqui

sábado, 24 de outubro de 2009

Bebés gostam de jazz? e de filosofia? - artigo de Maria Barbosa no Expresso


«E eis que ganha terreno a Filosofia para Crianças. O projecto criado de raiz por Joana Rita Sousa - «Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia Dúzia de Chapéus às Cores» - tem dois anos e alunos não lhe faltam. (...) Hoje, o seu objectivo é ajudar os não-filósofos a trabalhar o pensamento, "caso contrário, enferruja". E estarão as crianças em risco? Joana Sousa diz que sim, "sem estimulação, começam a cair no óbvio". E como é que se cai no óbvio aos três anos? "Deixam de se espantar com as mais pequenas coisas, ou de olhar para elas como se fosse a primeira vez."»

Expresso, 24 de Outubro de 2009, p. 28

sábado, 22 de agosto de 2009

Filosofia para Crianças, por Michael Pritchard

«Harry Stottlemeier's Discovery, um romance despretensioso para crianças do meio da escolaridade tem como protagonistas Harry e os seus colegas do 5.º ano. Ocasionalmente, também entram adultos, mas a actividade filosófica principal é a das crianças. Harry e os seus amigos descobrem vários conceitos básicos e regras da lógica aristotélica e reflectem profundamente acerca da natureza do pensamento, mente, causalidade, realidade, conhecimento e crença, certo e errado, justo e injusto. A história não faz uso de qualquer vocabulário filosófico especial (nem mesmo a palavra 'filosofia' aparece). E a investigação filosófica é iniciada pelas crianças em vez de o ser pelos adultos.

"Qual é a descoberta de Harry Stottlemeier?" perguntam os leitores de Harry. A questão não tem resposta directa. Todavia, um candidato sobressai entre as várias descobertas de Harry no decurso do tratamento de questões acerca da lógica, conhecimento, realidade e mente. A Harry e seus colegas é pedido que escrevam um ensaio sobre o tópico "A coisa mais Interessante do Mundo." Intitulado Thinking, o ensaio de harry começa assim:

Para mim, a coisa mais interessante que há no mundo é pensar. Eu sei que muitas outras coisas são igualmente muito importantes e espantosas, como a electricidade, o magnetismo e a gravitação. Mas enquanto nós as compreendemos, elas não nos compreendem a nós. Por isso, pensar tem de ser uma coisa muito especial.

Depois de escrever mais alguns parágrafos, Harry abandona o ensaio. Mais tarde pensa: "Na escola pensamos acerca da matemática, da ortografia e da gramática. Mas quem é que alguma vez ouviu falar de pensar acerca do pensamento?" Por isso, acrescenta mais uma frase ao seu ensaio: "Se pensarmos acerca da electricidade, podemos compreendê-la melhor, mas quando pensamos acerca do pensamento, parece que nos compreendemos melhor a nós próprios."»

leia o artigo completo aqui

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Seis graus de separação ou como tudo está ligado a tudo

«É atribuída a Karinthy a primeira referência à Teoria dos seis graus de separação, que surge no texto com o nome original 'Cadeias', incluído na sua colecção de pequenas histórias 'Tudo é diferente' publicada em 1929. A personagem desta obra tenta, através de vários exemplos, mostrar que as pessoas estão ligadas por um pequeno número de ligações, o que veio a dar origem à célebre expressão 'seis graus de separação.»

In wikipédia

Leia-se mais por aqui.

domingo, 12 de outubro de 2008

Dia Mundial da Filosofia em COIMBRA

«Na Escola Secundária de Jaime Cortesão, em Coimbra, haverá duas actividades nesse dia: Conferência pelo Professor Manuel Curado da Universidade do Minho e divulgação de pensamentos de filósofos e filósofas pela comunidade educativa.»

Obrigada pela partilha, Fátima de Amaral Cabral!