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sábado, 1 de outubro de 2011

filosofia e criatividade | curso de 7h | Reflexos Psicologia

OBJECTIVO
O objectivo deste curso é conhecer as metodologias da filosofia para crianças e criatividade.

População-alvo:
Professores do 1º ciclo, Professores de Filosofia, Educadores Sociais, Educadores de Infância, outros agentes educativos,  pais e  estudantes destas áreas.

Formadora:
Dra. Joana Sousa  (licenciada em Filosofia, responsável e coordenadora do projecto filocriatiVIDAde | filosofia e Criatividade,  Formadora Certificada)
  
PROGRAMA
a)      Introdução à Filosofia para Crianças
b)      Metodologias possíveis em FpC – M. Lipman e Óscar Brenifier
c)      A Proposta Educativa de Edward de Bono
d)      Tony Buzan e os mapas mentais para crianças
e)      Aplicabilidade das técnicas no processo ensino-aprendizagem

DATAS E HORÁRIO
Sábado, das 10h às 13h e das 14h às 18h
26 de Novembro de 2011

LOCAL
Reflexos Psicologia
(Odivelas)

 

domingo, 18 de outubro de 2009



“Se no início a ideia não parecer absurda,


não há esperanças para ela.”
Einstein




(imagem retirada daqui!)


domingo, 2 de agosto de 2009


O Método Six Thinking Hats® de Edward de Bono tem vindo a ser utilizado nas mais variadas áreas: desde a técnica de vendas, à condução de reuniões, ou no âmbito da tomada de decisões ou resolução de problemas. Trata-se, sobretudo, de uma técnica que permite a optimização do pensamento, pela exploração de múltiplas perspectivas numa dada situação.

A técnica permite ao seu utilizador (individualmente ou em conjunto) uma visão do mundo sobre olhares (neste caso, chapéus) diferentes desde o olhar lógico à oportunidade, à ameaça, à emoção, passando pela criatividade e pela sistematização.


De se lhe tirar o chapéu!


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Curso Six Thinking Hats (r)


29 de Novembro e 06 de Dezembro (sábados)
ISLA - Lisboa

Objectivos:
1) usar a técnica dos seis chapéus para optimizar o tempo na organização e aumentar resultados;
2) aplicar a técnica dos seis chapéus de forma a obter resultados eficazes nas reuniões;
3) dominar a técnica dos seis chapéus na tomada de decisão pessoal e organizacional.

Duração: 12 horas

Destinatários: licenciados e/ou bacharéis que exerçam ou pretendam exercer actividades nos Recursos Humanos; bem como interessados na área do comportamento organizacional, ou que têm contacto com clientes, colaboradores e parceiros. Quadros e responsáveis funcionais e operacionais que pretendam optimizar tempo e energia através de um instrumento fácil e pragmático, quer com a sua equipa, quer nas reuniões de trabalho.


Solicite mais informações através do e-mail: joanasousa@amavision.biz

quinta-feira, 26 de junho de 2008


"Everyone should seek to be creative,
even though creativity is full of risks and uncertainties."


Workshop Gratuito no próximo dia 28 de Junho às 10:00 no ISLA, Lisboa.



quinta-feira, 5 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008


Six Thinking Hats de Edward de Bono


Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes. O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.

Geralmente raciocinamos de maneira tendenciosa, de forma variada e não controlada, tentando equilibrar uma série de elementos: a lógica, a emoção, as oportunidades, as ameaças, a esperança, a criatividade. Todavia, cada um tem o seu lugar e é essencial para o sucesso, basta saber interrelaciona-los. A aplicação da técnica dos seis chapéus, permite ao pensador fazer uma coisa de cada vez, separando a emoção da lógica, a criatividade da informação.

Não é caso de se tirar o chapéu, mas de se colocarem seis chapéus de forma consciente e sequencial.

http://seischapeusdopensamento.blogspot.com/

domingo, 18 de maio de 2008

O Pensamento Lateral, um manual de criatividade

«Sinopse
Uma obra clássica que revolucionou o panorama da Pedagogia e da Psicologia do Comportamento. Os princípios explorados nesta obra de referência do Dr. de Bono têm sido aplicados às mais diversas actividades, desde aulas de Filosofia para crianças até sessões de brainstorming em agências de publicidade. A distinção estabelecida pelo Dr. de Bono entre pensamento vertical (lógico, sequencial, eficaz, orientado para resultados específicos) e lateral (criativo, intuitivo, não necessariamente válido do ponto de vista lógico) permite rever e recriar a forma como pensamos. Apresenta também um conceito revolucionário: a criatividade pode ser aprendida e ensinada, consistindo numa série de competências específicas do pensamento lateral.»

disponível, aqui!

sábado, 15 de março de 2008

«The checklist I promised helps you to do just that. Here it is. DO YOU...

IMPROVE basic, measured efficiencies continuously?
THINK simply and directly about what you are doing and why?
BEHAVE towards others as you wish them to behave towards you?
EVALUATE each business and business opportunity with total, fact-based objectivity?
CONCENTRATE on what you do well?
ASK questions ceaselessly about performance, markets and objectives?
MAKE MONEY- knowing that, if you don't, you can't make anything else?
ECONOMISE always seeking Limo (Least Input for Most Output)?
FLATTEN the organisation to spread authority and responsibility?
ADMIT to your own failings and shortcomings and correct them?
SHARE the benefits of success with all those who helped to achieve it?
TIGHTEN up the organisation wherever and whenever you can because familiarity breeds slackness?
ENABLE everybody to optimise their individual and group contribution?
SERVE your customers with all their requirements to standards of perceived excellence in quality?
TRANSFORM performance by innovating creatively in products and processes including the processes of management?

If you've scored 15 out of 15, who are you kidding? There are always areas of weakness.
At 10 YES answers, you're doing well, but with plenty to strive for. At 5 or less, your standards will let you down and let down your colleagues. These questions penetrate to the heart of successful management. They have passed, and will pass, the test of time.
They also form an acronym: IT BECAME FASTEST.
Today speed is of the essence, as never before. And that means above all speed of thoughtful, committed, decisive response.

Start by determining fast to read the LETTER TO THINKING MANAGERS, and to explore its accompanying Library of Management Thought and Action. Then do it - FASTEST»

http://www.thinkingmanagers.com/prewp/pwmani149

Edward de Bono and Robert Heller, Management Intelligence

segunda-feira, 10 de março de 2008





"Everyone should seek to be creative, even though creativity is full of risks and uncertainties."

Edward de Bono

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Curso Six Thinking Hats® de Edward de Bono

Sendo o pensamento o recurso humano mais valioso, pois distingue-nos dos outros seres vivos, é também a nossa competência mais importante. Optimizá-lo constitui um enorme desafio e a técnica dos Seis Chapéus do Pensamento de Edward De Bono permite-o, explorando diferentes perspectivas numa situação complexa. No mundo globalizado e em constante evolução empresarial, o pensamento estruturado e criativo é uma vantagem competitiva, ao qual os gestores não devem ficar alheios. Perante situações diárias que exigem acção imediata, é essencial combinar a informação com a criatividade para gerar valor. O cérebro só pode ver o que está preparado para ver mas responde bem ao estímulo, assim o propósito desta técnica é utilizar o chapéu como objecto-símbolo, sendo capaz de o estimular para além do óbvio e natural. Trata-se de criar serviços, produtos, acções de valor a todo o momento, e não apenas de resolver problemas.Ver o mundo de várias formas é uma boa arma na formação de estratégias ou em processos de tomada de decisão, e estes são simplesmente os primeiros passos para a inovação.Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes. O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.Geralmente raciocinamos de maneira tendenciosa, de forma variada e não controlada, tentando equilibrar uma série de elementos: a lógica, a emoção, as oportunidades, as ameaças, a esperança, a criatividade. Todavia, cada um tem o seu lugar e é essencial para o sucesso, basta saber interrelaciona-los. A aplicação da técnica dos seis chapéus, permite ao pensador fazer uma coisa de cada vez, separando a emoção da lógica, a criatividade da informação.Não é caso de se tirar o chapéu, mas de se colocarem seis chapéus de forma consciente e sequencial.

DESTINATÁRIOS
Licenciados e/ou bacharéis que exerçam, ou que pretendam exercer, actividades nos Recursos Humanos, bem como interessados na área do Comportamento Organizacional, ou que têm contacto com clientes, colaboradores, e parceiros.
Quadros e responsáveis funcionais e operacionais que pretendam optimizar tempo e energia através de um instrumento fácil e pragmático, quer com a sua equipa, quer nas reuniões de trabalho.

OBJECTIVOS
Usar a técnica dos seis chapéus para optimizar o tempo na organização e aumentar resultados.
Aplicar a técnica dos seis chapéus de forma a obter resultados eficazes nas reuniões.
Dominar a técnica dos seis chapéus na tomada de decisão pessoal e organizacional.

METODOLOGIA
Exercícios práticos no uso dos chapéus e simulacro da sua utilização em diversos contextos: reuniões e grupos de trabalho.
O material a ser fornecido e utilizado por cada participante é publicado por dBTS, de Bono Thinking Systems organização que promove no mundo inteiro o uso dos métodos de pensamento do Dr. Edward de Bono e que assegura a venda exclusivamente a formadores certificados.

Datas e local: 14 e 15 de Abril, nas instalações do ISLA (Lisboa)

Formadoras: Ana Filipa Gameiro e Joana Rita Sousa

Contacto para informações: anafilipagameiro@gmail.com

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Six Thinking Hats® (6)


Chapéu Verde: criatividade; mudança e consideraçao de novas alternativas; um olhar novo sobre as coisas, fugindo ao que já está estabelecido; a provocação, a exploração de algo diferente e novo; humor; pensamento lateral; alteração de padrões; o momento eureka!


Porque não treinarmos a criatividade? É o desafio do chapéu verde: procurar alternativas, buscar algo além do que já é conhecido, óbvio e satisfatório. a provocação surge com a palavra po (provocação na operação). A palavra po é utilizada para nos afastar dos padrões habituais de pensamento, permitindo construir algo novo, longe da estabilidade directa e ordenada da linguagem.
Propostas e sugestões. Exploração. Alternativas. Ideias novas. Provocações. O chapéu verde.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Six Thinking Hats® (5)


Chapéu Amarelo: positivo na busca de benefícios e no esforço de fazer acontecer as coisas; especulativo (ponderar sobre o que poderá vir a acontecer); potenciador da melhor das hipóteses, procurando a maximização dos benefícios.


Neste método, a criatividade é do domínio do chapéu verde, requerendo ainda assim a positividade do chapéu amarelo; é possível que, a partir de ideias antigas, cheguemos a novas ideias através da atitude positiva de realizar uma dada tarefa. Este chapéu salienta os nossos pontos fortes, as nossas vantagens face aos outros, que podem ainda ser potencializadas para optimizar o desempenho (o individual ou o de uma empresa, por exemplo).

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Six Thinking Hats® (4)






Chapéu Preto: o ponto de vista céptico (devidamente justificado); lógico negativo; cauteloso e construtivo; avaliação do risco; possibilidade de apontar erros/deficiências processuais no próprio pensamento.


O pensamento do chapéu preto indica erros e questiona a validez das provas. Convida-nos a pensar com cautela e prudência; num dado processo em que o seu papel é avaliativo, o chápéu preto ajuda a decidir se avançamos com a decisão ou se a abandonamos.
A decisão última baseia-se nos contributos dos factos (chapéu branco), das vantagens (chapéu amarelo), da cautela (chapéu preto) e da intuição e sentimentos (chapéu vermelho.)

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Six Thinking Hats® (3)

Chapéu Vermelho: o contrário da informação neutra ou objectiva; o espaço onde o palpite e a intuição se podem manifestar, sem necessidade de justificações; diz respeito às emoções e aos sentimentos, bem como aos aspectos não racionais do pensamento.

Este chapéu conduz o nosso pensamento pelas questões: “o que sinto sobre isto?” ou “o que sentem os outros?”. Sem necessidade de justificar o sentimento, o chapéu vermelho permite-nos a auto-consciência do que se sente naquele momento, sobre determinado assunto; permite também a consciência dos sentimentos dos outros, quando estes partilham connosco a emoção.
Pode o pensamento mudar as emoções? Qual o papel da inteligência emocional no nosso dia-a-dia?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Six Thinking Hats® (1)





Chapéu Branco: Informação, dados; Qual a informação de que necessitamos? Como obter essa informação?

A informação é um dos recursos mais importantes numa empresa e que pode determinar o seu sucesso. Pode ser considerada mesmo como uma ferramenta estratégica para a obtenção de vantagens competitivas; não basta para isso ter a informação, mas geri-la e dominá-la de modo eficiente. As estratégias que se desenham a partir da informação já não se encontram sob a dependência do chapéu branco, mas sim de um chapéu azul, que organiza o processo do pensamento e define os assuntos para os quais se devem canalizar os pensamentos. E também de um chapéu verde, sempre pronto a inovar a partir da informação já existente.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Why shouldn't language be living and changing all the time? (*)


Exº: Hoje vou benficar.



(*) Simplicity, de Edward de Bono

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Eu estou aqui!

Mas já estive aqui, aqui, acoli, acolá, ali, e ali!

E a culpa é de uns certos e determinados chapeús!