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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resolución de conflictos desde la Filosofía Aplicada y desde la Mediación. Manual formativo | José Barrientos Rastrojo


El conflicto es consustancial al sujeto actual. La interculturalidad, la ruptura intergeneracional, la confusión emocional, la necesidad de disponer de respuestas rápidas y eficaces o el simple proceso de madurar nos ponen a prueba y nos exigen que dispongamos de recursos para gestionar cada uno de estos fenómenos. Intentar evitar los problemas constituye un modo ineficaz de enfrentarse a ellos, mientras que mirar de frente su rostro y tramitarlo con estrategias específicas puede rendir beneficios muy provechosos.


Durante la última década, España ha sido testigo del nacimiento de dos disciplinas la Mediación y la Filosofía Aplicada. Ambas comparten una historia común, a través del diseño de formaciones de posgrados, congresos, libros y artículos de diversa índole. Sin embargo, el vínculo más destacado es su acentuada vocación de resolver o disolver conflictos. Este libro pretende explicar esta conexión de un modo eminentemente práctico:

«El autor, especialista en ambas disciplina, ha impulsado desde hace más de una década el desarrollo de las dos profesiones. Así, José Barrientos ofrece al lector la teoría básica de la disciplina que sitúa respecto a sus contenidos y finalidades y las herramientas y guías maestras que operativizan la teoría para el afrontamiento de conflictos personales o para adquirir las competencias en la resolución de conflictos de otros sujetos. El libro se completa con ejercicios resueltos que permitirán evidenciar si la formación es adecuada y con casos reales y recursos que permiten reflexionar sobre la implementación real de las disciplinas en circunstancias del día a día. Esta estructura facilita que la obra sea utilizada para crear cursos de Mediación y de Filosofía Aplicada entre diversos tipos de colectivos o, incluso para el uso personal para la resolución de un conflicto complejo.»





segunda-feira, 29 de agosto de 2011

o questionamento é uma forma de comunicação?

«Why to deny the questioning as a form of communication? However, Socratic dialogue is the communication between two beings: once you start a dialogue, you begin to communicate. Questions simply seek knowledge, understanding of words and links between them. Questions force us to find our knowledge somewhere in our mind, in a collective thinking.»

BRENIFIER Óscar. - Philosophy and Communication

sábado, 27 de agosto de 2011

«gosto de vir trabalhar»

«Don Petersen, antigo presidente da Ford Motor Company, conta uma história interessante. Uma vez, quando estava a visitar uma metalúrgica em Buffalo, Nova Iorque, um homem enorme aproximou-se dele e disse: “Sabe, quero dizer-lhe uma coisa. Eu detestava vir trabalhar para aqui. No entanto, ultimamente perguntaram-me o que penso e isso faz-me sentir que sou alguém. Nunca pensei que a empresa me visse como um ser humano. Agora, gosto de vir trabalhar.»


MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 51

domingo, 21 de agosto de 2011

filosofia aplicada

«Nos últimos dois anos, onde quer que vá nos Estados Unidos, tenho testemunhado uma coisa que nunca tinha previsto. No fosso de dificuldades financeiras ou na sequência de sucessos tremendos, em lugares onde nunca se imaginaria, em bons e maus momentos, pessoas de todos os tipos começam, inesperadamente, a fazer uma coisa que do meu ponto de vista de filósofo está profundamente certa.

Depois de esgotarem todas as possibilidades, pessoas normais em todo o lado começam de repente a tornar-se filósofos. Pessoas de todos os tipos estão a envolver-se naquela espécie de compromisso de atenção e intelecto (…) Em todas as regiões do país, vi pessoas começarem a pensar de uma forma nova acerca do seu trabalho e das suas vidas. Começam a filosofar, a reflectir profundamente sobre algumas das suas suposições mais básicas e a questionar como querem viver realmente. Estão a procurar confrontar as grandes questões e a perguntar como é que essas questões se aplicam às suas vidas neste momento.»

MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 26

sábado, 18 de abril de 2009

Livros que se recomendam


Chegou-me há dias este livro da Catherine, sobre o questionamento filosófico na sala de aula.
Interessante saber que a partir de M. Lipman e da sua proposta de Filosofia para Crianças, o «movimento» tem vindo a crescer e as propostas de metodologias alternativas, também!

terça-feira, 31 de março de 2009

Do tempo para ler

Rolando Almeida e mais uma partilha sobre livros e tempo para os ler.


«Se a vida é exigente, não há tempo para ler.
A vida é exigente.
Logo, não há tempo para ler.»

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

domingo, 5 de outubro de 2008

Dimitri: Isso esclarece tudo o que estivemos a dizer.
Tasso: Em que sentido?
Dimitri: Aquilo a que tu chamas «filosofia» eu chamo uma «piada».
PLATAO E UM ORNITORRINCO
THOMAS CATHCART e DaNIEL KLEIN
D Quixote, 2008
pág. 177

domingo, 18 de maio de 2008

O Pensamento Lateral, um manual de criatividade

«Sinopse
Uma obra clássica que revolucionou o panorama da Pedagogia e da Psicologia do Comportamento. Os princípios explorados nesta obra de referência do Dr. de Bono têm sido aplicados às mais diversas actividades, desde aulas de Filosofia para crianças até sessões de brainstorming em agências de publicidade. A distinção estabelecida pelo Dr. de Bono entre pensamento vertical (lógico, sequencial, eficaz, orientado para resultados específicos) e lateral (criativo, intuitivo, não necessariamente válido do ponto de vista lógico) permite rever e recriar a forma como pensamos. Apresenta também um conceito revolucionário: a criatividade pode ser aprendida e ensinada, consistindo numa série de competências específicas do pensamento lateral.»

disponível, aqui!

domingo, 4 de maio de 2008

Finalmente iniciei a minha colecção...


...após manifestas dificuldades em encontrar um DN com o livro às sextas feiras, consegui reservar um exemplar. Assim, a minha colecção começa com o nº 3 e os textos de Séneca. Veremos se ainda consigo encontrar os nºs 1 e 2!




domingo, 16 de dezembro de 2007

leituras na revista Marketeer (137 - Dez 07)

«Ao imaginar-se um marketing para a responsabilidade espiritual das empresas propõe-se um conceito que se inscreve dentro da linha de entendimento do marketing relacional. No Dharma Marketing aprofunda-se a aproximação à sabedoria humana.»

por Paulo Vieira de Castro


O neuromarketing não existe: «A declaração é de Katrin Ribant, directora de pesquisa e investigação da Media Contacts, do Grupo Havas Digital, que explica a importância de "saber escutar" os consumidores no mundo digital e como as empresas o podem aplicar na sua gestão»

por Susana Baptista Dias

(sublinhado nosso)

domingo, 14 de outubro de 2007

O Cão do Filósofo


Um livro de Raimond Gaita, publicado pela Casa das Letras.
A capa é irresistível.

Deus partiu para criar o mundo e levou consigo o seu cão.
(mito cosmogónico dos índios Kato)