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quarta-feira, 8 de julho de 2009

o twitter em movimento (e a movimentar-nos por boas causas)



E desta vez o que nos moveu foi a Inscrição no Registo Português de Dadores de Medula Óssea.

Eis a fotografia de «família».

Eis como tudo aconteceu:

«Eram 9h40 e estavam já sete twitters à porta do Hospital Pulido Valente, todos entusiasmados para se registarem como dadores de medula óssea. Eram eles: @paulapico, @tonyvirtual, @InesRibeiro, @diogocavaleiro, @RickBatista @SandraGaspar, @designerferro. Esperou-se um pouco por mais algum corajoso e, perto das 10h, partiu-se para o Centro de Histocompatibilidade do Sul, dentro do hospital.
No entanto, a questão que se impunha no momento não era se estávamos nervosos ou não, mas sim onde ficava o Centro. Era um claro teste à persistência dos futuros dadores que tiveram de procurar, perguntar, desesperar.
Pelo caminho, encontrámos a @JoanaRSSousa e o irmão, este que vinha acompanhado de muletas, algo que o fez ser alvo de piadas por parte dos outros elementos do encontro. O caminho foi, efectivamente, longo, já que o Pulido Valente é uma autêntica aldeia.
Quando se vislumbrou a placa que identificava o centro, o entusiasmo apoderou-se dos membros do twittmedula (e o nervosismo, também). Alguns tiraram senha mesmo sem ser preciso e, então, um a um lá nos fomos inscrevendo para nos juntarmos a esse grande grupo de pessoas que são os dadores de medula. Quem já lá estava a inscrever-se era o @estounanet, que se juntou ao grupo.
Enquanto se esperava, alguns falavam, outros comiam rebuçados e outros não paravam de twittar. Ao mesmo tempo, iam entrando na sala para serem feitas as análises. Correu tudo bem e a conversa, diversão e a twittada continuou até ao fim. Pelo meio, soubemos que o @cesar1977 já tinha feito a inscrição antes de nós e que, no Porto, lá estava a resistente @Catarina_SCC.
Ao sairmos, foi tempo para fotografias enquanto se esperava pelo autocarro, conduzido por uma moça algo desnorteada. Mas deve ter melhorado, já que fomos animando a carrinha durante a viagem. Fim do encontro mas, ainda houve tempo para um café. Não nos queríamos afastar, já que tudo tinha corrido tão bem.
Para repetir.»


O texto é do Diogo Cavaleiro. Mais informações aqui!

quarta-feira, 13 de maio de 2009


A APEFP-Associação Portuguesa de Ética e Filosofia Prática vai promover no final de Junho ( dia 27 de Junho) um Workshop subordinado ao Tema: "FILOSOFIA COM HUMOR"


INSCRIÇÕES por mail - apefp@iol.pt ou 968207267


quarta-feira, 25 de março de 2009

OUTLIERS

O livro foi-me recomendado numa aula de Análise de Dados: Outliers ou o porquê de existir «gente fora de série». Porque é que uns se destacam e outros não?

O autor é este senhor aqui do lado, o Malcom Gladwell.

E a par do Previsivelmente Irracional, do Dan Ariely, estes são os meus livros de «cabeceira».

Ambos são livros fascinantes e «cheira-me» que vou aprender muito com eles.

E agora é hora de me debruçar sobre os Dados da aula de Análise!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

PO: provocação na operação (1)



Nem sim, nem não. PO.

Provocação na operação: é a proposta de Edward de Bono.

PO é a ferramenta, o instrumento que possibilita a fuga momentânea aos padrões estabelecidos. PO ordena a informação, procurando a criação de novos padrões, bem como a reestruturação dos velhos padrões.


«A "Po" is an idea which moves thinking forward to a new place from where new ideas or solutions may be found. The term was created by Edward de Bono as part of a lateral thinking technique to suggest forward movement, that is, making a statement and seeing where it leads to. It is an extraction from words such as hypothesis, suppose, possible and poetry, all of which indicate forward movement and contain the syllable "po." Po can be taken to refer to any of the following - provoking operation, provocative operation or provocation operation. Also, in ancient Polynesian and the Maori, the word "po" refers to the original chaotic state of formlessness, from which evolution occurred. Edward de Bono argues that this context as well applies to the term.»


Fonte: wikipédia
fotografia de Maria Branco


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Estas imagens fizeram-me viajar ao país das maravilhas. E recordar uma frase do livro de que gosto muito e que uso recorrentemente quando falo nesta coisa que se chama Filosofia e que uma criança definiu uma vez como «os trabalhos de pensar».






«- Tenho o direito de pensar – respondeu Alice com rudeza, pois estava a começar a aborrecer-se. »




de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol

sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Danças Diabólicas
Oficina de Dança
01/11/08, Sábado
Das 10h00 às 12h00
Dos 6 aos 9 10 aos 12 13 aos 17 anos
Recepção da Sede

Preço: 7,5€

DESCOBRIR…
Novo Programa Gulbenkian Educação para a Cultura

Actividades Educativas:
Informações e Reservas para todas as actividades educativas
(mais novos e adultos)
T 21 782 3800 / F 21782 3014 / E pgec@gulbenkian.pt

sábado, 23 de agosto de 2008

Workshops nos Açores



Filosofia para Crianças
Mapas Mentais
Criatividade
Seis Chapéus do Pensamento


18 a 20 de Setembro

Ecoteca do Faial


sábado, 2 de fevereiro de 2008

Why shouldn't language be living and changing all the time? (*)


Exº: Hoje vou benficar.



(*) Simplicity, de Edward de Bono
SIDACTION ou criatividade consciente

sábado, 26 de janeiro de 2008

Provocation, by Dr. de Bono

«There is a mathematical need for provocation in thinking because self-organising systems reach stable states of local equilibrium. Provocation is, of course, one of the tools of lateral thinking. Provocation, however, can only work if we develop the skill of 'movement'. This is totally different from judgement and is essentisl for creativity. Nowhere in education is this skill addressed because education is solely about the truth and not about 'possibility'. Without possibility there is no creativity. My latest book provides 63 exercises which involve the use of 'movement'. This is one of the basic habits of creative thinking. The title of the book is "How to have creative ideas: 63 exercises to develop the mind" (published by Ebury Press, London)»

Edward de Bono

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

nova águia


«A Nova Águia e o amplo movimento cultural e cívico aqui proposto assumem a tarefa pedagógica de difundir ideias fundamentais de modo acessível a todos. A Nova Águia não é uma revista de intelectuais e artistas para intelectuais e artistas, convocando uns e outros – quase sempre demasiado fechados nas suas carreiras e obras – a porem o seu saber, sensibilidade e criatividade ao serviço da transformação da sua vida e da dos seus concidadãos.»
visite, comente, participe... aqui!

domingo, 25 de novembro de 2007



é preciso criar

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira em que estava escrito a giz: "Por favor, ajude-me, sou cego." Um publicitário, da área de criação, que passava, parou e viu umas poucas de moedas no boné. Sem pedir licença, pegou no cartaz, virou-o, pegou no giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi-se embora.Pela tarde, o publicitário voltou a passar novamente em frente ao cego . Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.O cego reconheceu as pisadas e, curioso, perguntou-lhe se tinha sido ele quem reescreveu o cartaz.O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras." Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: " Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la."


Mudar estratégias pode trazer novas perspectivas.