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domingo, 4 de março de 2012

na Távola Redonda descobrem-se os sentidos da Filosofia


 traçam-se caminhos e mapas, atalhos de pensamento para desatar nós. e para a semana há mais!



sábado, 18 de fevereiro de 2012

filosofar é fixe!


assim dizem os alunos da sala da Dora (3º e 4º anos) e os alunos da #sala4 da educadora Ana Dominguez


muito obrigada a todos por dois dias positivamente filosóficos!

domingo, 29 de janeiro de 2012

mais um fim de semana de questionamento com o Óscar Brenifier


quem já frequentou os meus workshops sabe que o Óscar é uma referência para mim; por isso, é de aproveitar a sua estadia em Portugal para praticar o questionamento e não deixar enferrujar o pensamento.
este fim de semana foi especialmente interessante pelo facto de me proporcionar o encontro com amigos, com pessoas que já me conhecem do espaço virtual... e sobretudo pela prática e pela possibilidade de ser avaliada pelos meus pares. fazem falta encontros destes entre as pessoas que estão nesta área (da filosofia aplicada) para que possamos partilhar estratégias, reforçar forças, melhorar fraquezas. 

parece que faz falta um segundo momento igual a este, que tanto gozo me deu planear e organizar em conjunto com a Celeste Machado.


não importa o destino. mas sim a viagem. 
aqui, não importa o resultado, mas sim o processo.

see you soon, Óscar!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

METODOLOGIAS APLICADAS DESDE A FILOSOFIA ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, EMPRESA, ÉTICA, CONSULTORIA E EDUCAÇÃO


A convite do meu orientador da tese de mestrado, Professor Doutor José Barrientos Rastrojo, tive oportunidade de participar neste livro METODOLOGIAS APLICADAS DESDE A FILOSOFIA ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, EMPRESA, ÉTICA, CONSULTORIA E EDUCAÇÃO com um artigo intitulado Filosofia Aplicada nas Empresas e Organizações: aproximações teóricas.

O livro está disponível aqui: http://www.visionlibros.com/detalles.asp?id_Productos=11171

domingo, 30 de outubro de 2011

a propósito do Dia Mundial da Filosofia


vamos visitar os alunos do Taekwondo Rodafits, para sessões de filosofia aplicada e criatividade (para crianças e adultos). teremos ainda a oportunidade de conhecer as meninas e os meninos da #sala4, da educadora Ana Dominguez, no Colégio de Alfragide. vamos visitar o CookieMundo da educadora Sofia Valente, bem como a sala do Santiago no IPPI.



e vamos contar (quase) tudo por aqui!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

banquete filosófico: do amor platónico (e de outras coisas que nos fazem suspirar)


Novembro é o mês da Filosofia e é nesse sentido que vos lançamos o desafio de filosofar e se deliciar com as iguarias do mestre Joe Best, no Palácio dos Sonhos. Este evento assemelha-se aos Cafés Filosóficos, mas em vez de café, haverá banquete e conversas em torno do amor e do Fedro (de Platão).

Informações através dos links indicados no flyer (que foi uma criação da amiga Isa Silva).

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resolución de conflictos desde la Filosofía Aplicada y desde la Mediación. Manual formativo | José Barrientos Rastrojo


El conflicto es consustancial al sujeto actual. La interculturalidad, la ruptura intergeneracional, la confusión emocional, la necesidad de disponer de respuestas rápidas y eficaces o el simple proceso de madurar nos ponen a prueba y nos exigen que dispongamos de recursos para gestionar cada uno de estos fenómenos. Intentar evitar los problemas constituye un modo ineficaz de enfrentarse a ellos, mientras que mirar de frente su rostro y tramitarlo con estrategias específicas puede rendir beneficios muy provechosos.


Durante la última década, España ha sido testigo del nacimiento de dos disciplinas la Mediación y la Filosofía Aplicada. Ambas comparten una historia común, a través del diseño de formaciones de posgrados, congresos, libros y artículos de diversa índole. Sin embargo, el vínculo más destacado es su acentuada vocación de resolver o disolver conflictos. Este libro pretende explicar esta conexión de un modo eminentemente práctico:

«El autor, especialista en ambas disciplina, ha impulsado desde hace más de una década el desarrollo de las dos profesiones. Así, José Barrientos ofrece al lector la teoría básica de la disciplina que sitúa respecto a sus contenidos y finalidades y las herramientas y guías maestras que operativizan la teoría para el afrontamiento de conflictos personales o para adquirir las competencias en la resolución de conflictos de otros sujetos. El libro se completa con ejercicios resueltos que permitirán evidenciar si la formación es adecuada y con casos reales y recursos que permiten reflexionar sobre la implementación real de las disciplinas en circunstancias del día a día. Esta estructura facilita que la obra sea utilizada para crear cursos de Mediación y de Filosofía Aplicada entre diversos tipos de colectivos o, incluso para el uso personal para la resolución de un conflicto complejo.»





filocriatiVIDAde em Moçambique

A convite da Escola Portuguesa de Moçambique, o projecto filocriatiVIDAde organiza, a partir de 08 de Setembro, uma formação para professores denominada Filosofia para Crianças e Criatividade.

A acção de formação contemplará momentos de trabalho com as crianças e jovens da Escola, de forma a complementar a parte teórica da formação com a prática. Dos conteúdos da formação fazem parte as metodologias de Mattew Lipman, Óscar Brenifier e Catherine McCall, bem como de autores ligados à área da criatividade.

No entender de Joana Sousa, Licenciada em Filosofia, Formadora e Responsável pelo projecto filocriatiVIDAde “a Filosofia para Crianças (FpC) consiste numa prática de competências do pensar. Costumo usar a imagem do ginásio: nas sessões de FpC temos oportunidade de treinar os músculos do pensamento, questionando, reflectindo em grupo e assumindo posições”.

O projecto filocriatiVIDAde surge em 2008, tendo como responsável Joana Sousa. Dedica-se à formação na área da filosofia para crianças, filosofia aplicada e criatividade (para crianças e adultos). O projecto viaja um pouco por todo o país, tendo já marcado presença em Faial, Lousada, Lourinhã, Portalegre, Funchal, Odivelas, Rio de Mouro, Amor e Lisboa.

A Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa iniciou as suas actividades no ano lectivo 1999-2000. Desde há alguns anos que a filosofia para crianças faz parte do dia a dia dos seus alunos, como Actividade de Complemento Curicular, nos 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino básico.


“Mais importante do que os resultados dos ateliers (um desenho e uma frase, por exemplo) é observar o modo como as crianças descobrem que «trabalhar com a mente é divertido», afirma Joana Sousa.




Projecto filocriatiVIDAde: http://joanarssousa.blogspot.com/

Escola Portuguesa de Moçambique: http://www.epmcelp.edu.mz/

domingo, 4 de setembro de 2011

filosofia para crianças - Michael Pritchard | Western Michigan University

«Vejamos mais um exemplo de como uma discussão lógica depressa se transforma numa discussão de questões filosóficas profundas (Pritchard,1985). Um grupo de alunos do 5.º ano considera a afirmação "Todas as pessoas são animais." Esta afirmação foi proposta por um estudante como mais um exemplo de uma afirmação que se torna falsa quando invertida. Jeff objectou que "Todas as pessoas são animais" não é verdadeira. Chip passou a desenvolver uma taxonomia que situou as pessoas, de parceria com elefantes e tigres, debaixo da categoria dos mamíferos, mamíferos debaixo de animais e animais debaixo de seres vivos. Jeff manteve a objecção.


Chip: "Jeff, o que são pessoas? Diz-me, o que são pessoas? Podes responder, não podes?"

Jeff: "Sim, posso."

Chip: "O que és tu?"

Jeff: "Uma pessoa."

Chip: "O que é uma pessoa?"

Jeff: "Alguém que vive."

Chip: "Alguém que vive pode ser uma baleia."

Jeff: "Eu disse alguém, não um animal..."

Chip: "Podes consultar qualquer livro na biblioteca — bem, qualquer um que seja acerca de nós..."

Larry: "Gostaria de saber por que razão estão todos a ficar irritados com um assunto tão insignificante."

Rich: "Estamos a pensar! É para isso que estamos aqui.

Amy: "Alguém tem aqui uma enciclopédia para procurar animais, mamíferos ou pessoas?"

Jeff: "Somos todos humanos. Se um tipo de Marte nos visse, diria: 'Ei, olhem, estão ali alguns seres humanos.' Não diria: 'Ei, olhem alguns animais lá em baixo.'''

Mike:"Os Marcianos, se é que há algum, diriam: 'Ei, olhem para aquelas criaturas de aspecto estranho', ou qualquer coisa do género. Eles não saberiam o que nós somos. Eles não sabem nada acerca de nós. [ Regressando à distinção original de Jeff, Mike prossegue.] Se é uma pessoa, dizes 'alguém' (somebody). Se é um animal, já dizes 'uma coisa' (something). Alguém é um corpo humano".

Chip: "Existe vida, ok? A partir daí podes fazer ramificações. Tens animais, plantas e mais seja o que for — tu sabes, moléculas e coisas do género. Agora vais até animais e continuas a fazer ramificações — mamíferos, anfíbios, répteis e mais seja o que for. A seguir mais umas ramificações e tens estes humanos especiais. Até aqui está certo, Jeff?

Jeff: "Continua."

Chip: "Bem, quero saber se concordas até aqui."

Jeff: "Continua. Não vou mudar de ideias. E é tudo... Não sou um animal. Sou uma pessoa e vou continuar a pensar desta maneira."

Chip: "Tu és um tipo de animal."

Jeff: "Não me vou dirigir ao Dr. Jekyl e pedir-lhe: 'Ei, transforma-me num animal'..."

Amy: "As pessoas são um tipo de animal, como os pássaros. É diferente do que um elefante é. Um pássaro é diferente de um elefante. E nós somos diferentes do pássaro. O Mike disse que não tratamos o nosso cão como uma pessoa ou alguém. Mas pode haver alguém realmente próximo do seu animal de estimação e considerá-lo parte da família."

A discussão continuou por mais alguns minutos. Mal o grupo dispersou, um estudante comentou com outro: "Se quiséssemos podíamos argumentar durante horas!" "Durante dias," retorquiu o segundo. Como este grupo reunia semanalmente depois da escola na biblioteca pública local, na semana seguinte as crianças voltaram com uma enciclopédia para decidir a questão. Depois de alguns minutos de discussão, o professor perguntou aos estudantes se eles pensavam que tudo o que a enciclopédia dizia era verdadeiro.

Emily: "Não estamos certos de algumas coisas; e a enciclopédia podia dizer tudo o que há a dizer sobre como o sistema solar foi formado, e diria provavelmente que houve uma grande poeira que girava como um pião. Mas não temos a certeza de que tenha sido assim. Logo, pode estar errada.

O professor perguntou se nesses casos a enciclopédia diz "Não estamos certos."

Mike: "Dirá 'hipótese' — o que é uma suposição."

Kurt: "Dirá que ainda não estamos certos."

Deste modo, a discussão manteve a sua vitalidade filosófica. Este grupo encontrou-se ao longo de todo o ano lectivo e debateu uma grande variedade de tópicos filosóficos, incluindo a relação entre mente e cérebro, diferenças e semelhanças entre sonho e realidade, conhecimento de outras mentes, auto-conhecimento e a relação entre provas e conhecimento.»

sábado, 3 de setembro de 2011

revista Filosofia


depois de andar «desaparecida» das bancas habituais, eis que reencontro esta revista de publicação brasileira.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

o questionamento é uma forma de comunicação?

«Why to deny the questioning as a form of communication? However, Socratic dialogue is the communication between two beings: once you start a dialogue, you begin to communicate. Questions simply seek knowledge, understanding of words and links between them. Questions force us to find our knowledge somewhere in our mind, in a collective thinking.»

BRENIFIER Óscar. - Philosophy and Communication

sábado, 27 de agosto de 2011

«gosto de vir trabalhar»

«Don Petersen, antigo presidente da Ford Motor Company, conta uma história interessante. Uma vez, quando estava a visitar uma metalúrgica em Buffalo, Nova Iorque, um homem enorme aproximou-se dele e disse: “Sabe, quero dizer-lhe uma coisa. Eu detestava vir trabalhar para aqui. No entanto, ultimamente perguntaram-me o que penso e isso faz-me sentir que sou alguém. Nunca pensei que a empresa me visse como um ser humano. Agora, gosto de vir trabalhar.»


MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 51

domingo, 21 de agosto de 2011

filosofia aplicada

«Nos últimos dois anos, onde quer que vá nos Estados Unidos, tenho testemunhado uma coisa que nunca tinha previsto. No fosso de dificuldades financeiras ou na sequência de sucessos tremendos, em lugares onde nunca se imaginaria, em bons e maus momentos, pessoas de todos os tipos começam, inesperadamente, a fazer uma coisa que do meu ponto de vista de filósofo está profundamente certa.

Depois de esgotarem todas as possibilidades, pessoas normais em todo o lado começam de repente a tornar-se filósofos. Pessoas de todos os tipos estão a envolver-se naquela espécie de compromisso de atenção e intelecto (…) Em todas as regiões do país, vi pessoas começarem a pensar de uma forma nova acerca do seu trabalho e das suas vidas. Começam a filosofar, a reflectir profundamente sobre algumas das suas suposições mais básicas e a questionar como querem viver realmente. Estão a procurar confrontar as grandes questões e a perguntar como é que essas questões se aplicam às suas vidas neste momento.»

MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 26

domingo, 3 de julho de 2011

a #sala5 e a #sala3 | @anadz


uma das experiências mais gratificantes do projecto filocriatiVIDAde foi a parceria estabelecida com a educadora Ana Dominguez e a sua #sala5 (no passado ano lectivo). 
 na #sala3, a Ana manteve o espírito da #sala5 bem vivo e presente, convidando os alunos «mais velhos»  para contar histórias aos «mais novos»

o resultado é mágico. dúvidas? ora visitem a Casa das Histórias Mágicas.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

«se somos todos iguais?»

«se somos todos iguais?» - foi a pergunta da aula dos «miúdos»


SIM, temos um corpo humano igual, as actividades básicas são iguais... e os direitos são iguais.

NÃO, porque temos pele, cara, olhar diferentes e o nosso aspecto físico é diferente.


E eis que falámos de direitos humanos, «os meninos deviam ter todos direito a uma casa, a ter o que comer, a ter escola, a ter roupa... e os adultos também»

Depois do T. nos falar sobre a crise e a «Unidade» Europeia, voltámos a falar dos direitos. E do que podemos fazer para ajudar quem precisa.

Sim, podemos fazer qualquer coisa. E esse «qualquer coisa» vai traduzir-se num contributo, em leite, para a Comunidade Vida e Paz.

Sofia Valente, (a voluntária, que é uma «pessoa que se oferece para ajudar») prepara-te! Missão #leitecvpaz em curso!


[no final da sessão]

então do que gostaste mais?
e a I. respondeu: dos desenhos.
e do que gostaste menos?
e timidamente, a resposta: das perguntas, porque é muito difícil e dá muito trabalho

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A ALEG(o)RIA DA CAVERNA - 25 de Junho | Cabeçudos (Lisboa)


ALEG(o)RIA da CAVERNA vai voltar à Livraria Cabeçudos


as oficinas estão abertas para pais e filhos dos 4 aos 8 anos.

(quem diz pai, diz mãe ou avós ou tia!)