Soube através do blog de Rolando Almeida que o Público, no passado dia 16 de Março, cedeu algumas das suas páginas ao papel da Filosofia no nosso país. Consultoria filosófica e FpC tiveram algum destaque num artigo onde, segundo Rolando Almeida, não houve espaço para a divulgação do trabalho académico e de investigação nas nossas universidades.
Gostaria aqui de salientar o trabalho da UBI, a Universidade da Beira Interior que, através da LusoSofia, uma biblioteca on line, pretende criar:
«Um lugar de diálogo, de saudável “conspiração e respiração” intelectual ao serviço da comum e recíproca ilustração, da colação enriquecedora e da pesquisa entusiasta.»
Sou uma defensora acérrima do trabalho prático, da FpC e da consultoria filosófica. Mas considero que o trabalho investigativo não pode ser «desprezado»: nem a academia deve fechar os olhos perante as «novas práticas filosóficas», nem estas últimas devem «desdenhar» o trabalho dos investigadores e pensadores.
Porque falar em Filosofia Prática é, quanto a mim, uma redundância: o amor à sabedoria só faz sentido amando, saboreando... e o que é isso senão prática, vida?
As universidades estão «mortas»?
Gostaria aqui de salientar o trabalho da UBI, a Universidade da Beira Interior que, através da LusoSofia, uma biblioteca on line, pretende criar:
«Um lugar de diálogo, de saudável “conspiração e respiração” intelectual ao serviço da comum e recíproca ilustração, da colação enriquecedora e da pesquisa entusiasta.»
Sou uma defensora acérrima do trabalho prático, da FpC e da consultoria filosófica. Mas considero que o trabalho investigativo não pode ser «desprezado»: nem a academia deve fechar os olhos perante as «novas práticas filosóficas», nem estas últimas devem «desdenhar» o trabalho dos investigadores e pensadores.
Porque falar em Filosofia Prática é, quanto a mim, uma redundância: o amor à sabedoria só faz sentido amando, saboreando... e o que é isso senão prática, vida?
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