«Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético – embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a técnica Six Thinking Hats® vê reconhecida a sua eficácia a diferentes níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem vindo a ser...
como membro do cafe filosofico de evora venho agradecer-lhe a menção que faz ao mesmo neste post. Parabens pelo seu blog e que continue com este dinamismo.
ResponderEliminarA filosofia bem que podia ser um misto de café e boas conversas (bem fundamentadas e esclarecidas! Em nome do Café, muito obrigado por se ter juntado na nossa mesa! Não conhecia o seu blogue, mas agora vou aparecer mais vezes! Valter
ResponderEliminarObrigada pela visita, Renato e Valter.
ResponderEliminarApareçam sempre. Para mim pode ser um abatanado, sem açúcar!
isto é que é beber um café cibernautico. Reitero os agradecimentos do renato e do valter. Bem hajas e um bjinho pela cumplicidade de pensamento.
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