«Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético – embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a técnica Six Thinking Hats® vê reconhecida a sua eficácia a diferentes níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem vindo a ser...
;-)
ResponderEliminarGostei mt da tua entrevista!
É necessário divulgar cada vez mais a FpC, pois, considero ser uma área fundamental na formação integral das crianças. Por isso, é de louvar iniciativas como as que tu estás a empreender. Perseverança!
A sociedade se depara com mais esse desafio: Tornar a filosofia acessível às nossas crianças. Creio que a formação do individuo deve passar pelo exercício da qualidade do pensar, pensar com criticidade e criar o hábito de questionar a própria realidade.Nessa perspectiva a Filosofia com criança assume o papel e iniciar o processo emancipatório de nossas crianças na forma lúdica e encantadora.
ResponderEliminarValeu pelo entrevista.
Silvana Damasceno Costa
Obrigada Silvana, pelo comentário.
ResponderEliminaré uma «luta» interessante, esta a de promover a filosofia para as crianças.
um belíssimo desafio :)