«Contaram-nos que os chapéus não serviam só como adereço estético – embora já pouco habitual –, para esconder a calvície vergonhosa da meia-idade, ou humilhar guarda-redes; mas que também podiam ser usados para estimular o pensamento. E parece inclusive que há um nome para essa técnica: Six Thinking Hats, que foi desenvolvido por um tal de Edward de Bono. Ora, quisemos saber mais sobre o assunto e convidámos Joana Sousa para vir cá esclarecer-nos, ela que é «formadora certificada na técnica Six Thinking Hats®, pelo de Bono Thinking SystemTM» – sim, com estes salamaleques todos. Diz-nos Joana Sousa que «há seis chapéus, cada um com a sua cor, cada um com a sua função... que podemos utilizar isolada ou sequencialmente». E mais: «utilizada em variadíssimas empresas, a técnica Six Thinking Hats® vê reconhecida a sua eficácia a diferentes níveis, desde a simples condução de reunião, ao atendimento, às vendas e negociação, à identificação das competências. De modo diferente, tem vindo a ser...
Por vezes espreito o seu blog. Normalmente deparo com posts como este e desisto logo.
ResponderEliminarSe não for pedir muito, poderia explicar a relação entre centauros e, já nem digo a filosofia, mas qualquer ideia com pés e cabeça?
Muito obrigado.
Caro Carlos
ResponderEliminareste é um post de provocação, cuja essência será desvelada em breve!
É livre de desistir. Mas se assim quiser, volte sempre.
A quem não consegue presumir a mais longínqua relação entre a figura do Centauro e "qualquer ideia com pés e cabeça", recomenda-se que frequente a escola...bastará até ao 4º ano... ah, pois, mas a escola não concede imaginação, sensibilidade e inteligência, é verdade!
ResponderEliminarDesista!