domingo, 30 de maio de 2010
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (96 horas) - acesso ao CAP
Objectivo Geral:
O Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores prepara profissionais nas áreas pedagógicas obrigatórias no desempenho da actividade de formador.
DATAS E HORÁRIO
- Acção 1 - 2ª a 6ª feira das 9h às 13h - início a 14 de Junho e término a 19 de Julho
- Acção 2 - 2ª a 6ª feira das 9h às 13h - início a 6 de Setembro e término a 13 de Outubro
- Acção 3 - 2ª a 5ª feira das 18h30 às 22h30 - início a 6 de Setembro e término a 20 de Outubro
Local: Reflexos - Psicologia
Formadoras: Dra. Ana Paula Costa, Dra. Ana Filipa Gameiro e Dra. Sónia Alves (Formadoras Certificadas)
Mais info AQUI.
O Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores prepara profissionais nas áreas pedagógicas obrigatórias no desempenho da actividade de formador.
DATAS E HORÁRIO
- Acção 1 - 2ª a 6ª feira das 9h às 13h - início a 14 de Junho e término a 19 de Julho
- Acção 2 - 2ª a 6ª feira das 9h às 13h - início a 6 de Setembro e término a 13 de Outubro
- Acção 3 - 2ª a 5ª feira das 18h30 às 22h30 - início a 6 de Setembro e término a 20 de Outubro
Local: Reflexos - Psicologia
Formadoras: Dra. Ana Paula Costa, Dra. Ana Filipa Gameiro e Dra. Sónia Alves (Formadoras Certificadas)
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
sobre Filosofia para Crianças e a prática da Filosofia
oiça a entrevista do Nuno Tavares à TSF, no programa Mais Tarde ou Mais Cedo (26.05.2010)
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«combinar» coisas com o cérebro
Rafa: ó mãe, sabes, agora tambem já gosto de tigres, leões...
Zélia: sério filho, então o que te fez mudar de ideias?
Rafa: ah! pus-me a pensar e o meu cérebro deu voltas e voltas e voltas, e COMBINEI com ELE que agora já gostava de animais que comem carne!
domingo, 23 de maio de 2010
Fifth Annual Summer seminar: The art of questioning - July 12th-18th 2010
Every year in July, in the little village of La Chapelle St André (Burgundy - France), gather about 20-30 persons involved in philosophical practice (students, teachers, professors, counselors, trainers) in order to reflect on their work and improve professionally. For seven days, in English, these philosophy practitioners coming from the five continents will participate to different workshops, run workshops, analyze and evaluate them, theorize about the different issues involved.
In this context, philosophy is not any more an academic activity centered on the history of ideas, and one does not come simply to narrate what he does in his home country, but get acquainted with the many ways that philosophizing is an activity constitutive of the mind and the self. Philosophy with children, philosophical consultation, philosophy workshops, Socratic dialogue, etc., one is introduced to the many forms and variants of such an endeavor. It is not so much knowledge that is at stake here, but acquiring and developing skills. How to conceptualize, how to problematize, how to deepen understanding of given ideas, and especially how to create a situation where this activity can be induced, is the main focus of the work.
Of course, Socratic maïeutics is a key methodological point, but as well dialectics, analytics, community of enquiry, constitute as many entries and matrices to define the work. If they wish so, participants can facilitate a workshop, a situation which provides an occasion for a practitioner to show how he works and get some critical feed-back on his work and his methodology, so one becomes more conscious of his own options and activity. Since the atmosphere of this seminar is open, inclined to both rigor and openness, it creates a context where one can really express his view instead of hiding behind the usual pseudo-consensus where "everything is fine and we are all great". In this sense, the idea is to recreate the context of antique philosophical schools, or the gymnasium as described by Plato, where one could challenge other's ideas and himself be challenged. In the peaceful atmosphere of a small French village, accompanied with good food and good wine, walks in the beautiful surrounding woods and visit to the medieval site of Vezelay, one can truly devote himself to philosophical encounters and reflection.
The duration will be one whole week, from July 12th to 18th, and the cost will be 500 EUR, including the workshops, food and accommodation in a private room. For people who are on a tight budget, this can be reduced to 300 EUR if you accept "camping style" accommodation. Our Institute can accept some people free of charge who have financial difficulties, but are highly motivated.
This seminar does not require previous philosophical training. It can be an initiation to philosophical questioning, or a deepening of the practice. Participants come from different parts of the world, and come for professional or personal reasons, to work on a practice that is applicable to many contexts: teaching, management, N. G. O. activities...
On the Website, http://www.brenifier.com/, you can read texts and watch videos of the practice.
In this context, philosophy is not any more an academic activity centered on the history of ideas, and one does not come simply to narrate what he does in his home country, but get acquainted with the many ways that philosophizing is an activity constitutive of the mind and the self. Philosophy with children, philosophical consultation, philosophy workshops, Socratic dialogue, etc., one is introduced to the many forms and variants of such an endeavor. It is not so much knowledge that is at stake here, but acquiring and developing skills. How to conceptualize, how to problematize, how to deepen understanding of given ideas, and especially how to create a situation where this activity can be induced, is the main focus of the work.
Of course, Socratic maïeutics is a key methodological point, but as well dialectics, analytics, community of enquiry, constitute as many entries and matrices to define the work. If they wish so, participants can facilitate a workshop, a situation which provides an occasion for a practitioner to show how he works and get some critical feed-back on his work and his methodology, so one becomes more conscious of his own options and activity. Since the atmosphere of this seminar is open, inclined to both rigor and openness, it creates a context where one can really express his view instead of hiding behind the usual pseudo-consensus where "everything is fine and we are all great". In this sense, the idea is to recreate the context of antique philosophical schools, or the gymnasium as described by Plato, where one could challenge other's ideas and himself be challenged. In the peaceful atmosphere of a small French village, accompanied with good food and good wine, walks in the beautiful surrounding woods and visit to the medieval site of Vezelay, one can truly devote himself to philosophical encounters and reflection.
The duration will be one whole week, from July 12th to 18th, and the cost will be 500 EUR, including the workshops, food and accommodation in a private room. For people who are on a tight budget, this can be reduced to 300 EUR if you accept "camping style" accommodation. Our Institute can accept some people free of charge who have financial difficulties, but are highly motivated.
This seminar does not require previous philosophical training. It can be an initiation to philosophical questioning, or a deepening of the practice. Participants come from different parts of the world, and come for professional or personal reasons, to work on a practice that is applicable to many contexts: teaching, management, N. G. O. activities...
On the Website, http://www.brenifier.com/, you can read texts and watch videos of the practice.
For more information : alcofrib@club-internet.fr
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sábado, 22 de maio de 2010
Curso Six Thinking Hats - formadora Filipa Gameiro
«O método Six Thinking Hats do Dr. Edward de Bono, o criador do Lateral Thinking e considerado o grande guru da criatividade, é um instrumento simples mas poderoso que permite focar o pensamento de gestão na direcção certa. Esta ferramenta permite mudar a natural atitude reactiva e explorar diferentes vias através de vários modos de pensamento. Adoptando este método dentro da sua organização, poderá: Promover o pensamento cooperativo e a interacção, separando o ego da performance; Eliminar o pensamento antagónico em todas as interacções; Promover o uso de vários modos de pensamento e evitar as armadilhas das abordagens críticas e negativas; Desenvolver um instrumento que encoraja diferentes formas de pensamento e promova um clima aberto e criativo para discussão.»
O curso é de 14 horas e é organizado pela CEGOC. A formadora é a nossa «companheira» de cursos e projectos, a Filipa Gameiro.
Datas: 27 e 28 de Maio | 14 e 15 de Outubro
O curso é de 14 horas e é organizado pela CEGOC. A formadora é a nossa «companheira» de cursos e projectos, a Filipa Gameiro.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
histórias... no país dos chapéus!
Já aqui vos falei do meu encontro com a #sala5, via twitter; foi aí que tudo começou!
Seguiram-se algumas conversas online. eu fui conhecendo o trabalho da Ana e da sua sala, e vice-versa!
Um dia, a educadora Ana convidou-me para conhecer a #sala5 e estava lançado o desafio: filosofar com crianças dos 4 e 5 anos!
Na segunda visita, a proposta foi trabalhar a técnica dos seis chapéus do pensamento.
Na terceira visita, continuámos o trabalho com os seis chapéus e decidimos escrever uma história!
eis o resultado!
Seguiram-se algumas conversas online. eu fui conhecendo o trabalho da Ana e da sua sala, e vice-versa!
Um dia, a educadora Ana convidou-me para conhecer a #sala5 e estava lançado o desafio: filosofar com crianças dos 4 e 5 anos!
Na segunda visita, a proposta foi trabalhar a técnica dos seis chapéus do pensamento.
Na terceira visita, continuámos o trabalho com os seis chapéus e decidimos escrever uma história!
eis o resultado!
http://joanarssousa-sala5.blogspot.com/
na Sala do Santiago
Era uma vez uma borboleta que estava a voar.
Veio um lobo mau e… mordeu-a! E a borboleta ficou contente (1)
E depois o que aconteceu?
O lobo mordeu outra vez! E a borboleta ficou contente!
Havia um pássaro que estava a dormir. E o lobo mordeu-o e ele acordou. E ele ficou contente.
No fim, o lobo ficou contente ou triste? Triste, porque mordeu todos. Ficou sozinho ou acompanhado? Sozinho!
História contada, história acabada.
(1) Os meninos e meninas foram convidados a escolher se a borboleta ficava triste ou contente. Foi-lhes pedido que colocassem o braço no ar, para o contente ou para o triste. Alguns votaram nos dois estados, outros não votaram, alguns gritaram pelo meio!
NOTA: Sendo a Filosofia para Crianças um programa que acontece a partir dos 3 anos, os nossos objectivos com a visita à sala dos 2 anos não eram, de todo, dentro do paradigma de Lipman ou de Brenifier. Apenas procurámos inventar uma história, ao gosto dos meninos da sala e à medida do seu modo de olhar para as coisas.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
CALL-FOR-SPEAKERS - IGNITE Portugal
Ignite Portugal #6 - Lisboa 16 de Junho
Ignite Portugal # 7 - Porto Dia 14 Julho
Quem quiser partilhar uma ideia, uma curiosidade, uma teoria, uma experiência, uma paixão, etc... basta enviar um mail para igniteportugal@gmail.com, com a seguinte informação:
Nome / Contactos / Website / Profissão / Empresa / Tema do Talk / Sinopse da apresentação (1 parágrafo sumário do que falarão nos 5minutos, máx. 700 caracteres)
Já sabem, pretendem-se candidatos com apresentações interesantes e originais, que não vendam nenhum tipo de negócio e que queiram fazer intervenções únicas e divertidas para inspirar as pessoas.
[participem! eu já marquei presença e foi muito inspirador!]
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terça-feira, 18 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Comment pensent les enfants - dossier - Philomag
A @profTeresa teve a amabilidade de partilhar este link comigo, via twitter.
«Voilà une précieuse conquête : nous avons appris à écouter les enfants… et c'est comme si nous étions branchés sur une source de perpétuel étonnement. Considérés hier avec indifférence et aujourd'hui comme des rois, les enfants nous captivent par leur audace et leur inventivité. Au point d'en faire des génies en herbe... et de passer à côté de ce qui caractérise leur pensée. Car ils ne sont pas des personnes, nous enseigne la psychologie, même s'ils se révèlent être des as du raisonnement, comme le confirment les ateliers philo. Brûlants d'un désir de jeu, capables d'un regard brut, courageux face à la mort – ainsi que le constatent la cinéaste Claire Simon, le philosophe Jean-Luc Nancy, le psychologue Jean-Claude Quentel ou les écrivains Philippe Forest et Pierre Péju –, les enfants portent en eux cette part mystérieuse de l'homme qu'il nous incombe d'accueillir.»
«Voilà une précieuse conquête : nous avons appris à écouter les enfants… et c'est comme si nous étions branchés sur une source de perpétuel étonnement. Considérés hier avec indifférence et aujourd'hui comme des rois, les enfants nous captivent par leur audace et leur inventivité. Au point d'en faire des génies en herbe... et de passer à côté de ce qui caractérise leur pensée. Car ils ne sont pas des personnes, nous enseigne la psychologie, même s'ils se révèlent être des as du raisonnement, comme le confirment les ateliers philo. Brûlants d'un désir de jeu, capables d'un regard brut, courageux face à la mort – ainsi que le constatent la cinéaste Claire Simon, le philosophe Jean-Luc Nancy, le psychologue Jean-Claude Quentel ou les écrivains Philippe Forest et Pierre Péju –, les enfants portent en eux cette part mystérieuse de l'homme qu'il nous incombe d'accueillir.»
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Olhar a Palavra - na Revista DP - Arte Fotográfica
já aqui vos falei das alegrias de participar neste projecto; hoje essa alegria foi «muito enorme» ao ver os texto «Às vezes o amor dá chorar» publicado na revista DP - Arte Fotográfica
a fotografia é do João Paca
o título é da autoria da Matilde, de 6 anos
a magia de 4 formas de sentir pode ser encontrada AQUI!
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terça-feira, 11 de maio de 2010
chapelices na #sala5 ou (quase) tudo sobre aprender a brincar
fui recebida com trabalhos sobre os seis chapéus do pensamento!
e rapidamente esses trabalhos serviram de base para outro trabalho (com chapéus às cores).
e o resultado?
depois de procurar a «fotografia certa» para cada uma das linhas de pensamento de casa um dos chapéus, partimos em busca dos porquês das escolhas e acabámos por traçar um «mapa» dos chapéus, através da imagem
e no final do dia sentámo-nos para escrever uma história sobre um... bem!
um dia destes partilhamos convosco, combinado?
este trabalho só foi possível porque um dia me cruzei com a educadora
Ana Dominguez (@anadz) no twitter e com os meninos da então #sala4.
obrigada, Ana, pelo convite e pela partilha de projectos!
fica mais uma vez um MUITO OBRIGADA aos amigos Marco A. Pires, João Sousa, João Paca e Celeste Machado pelos contributos fotográficos que servem de base para estes exercícios onde se «treina» o olhar e os músculos do pensamento!
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domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
prémio UBI - jovem filósofo
Nesta primeira edição, o tema é:
Arte, Conhecimento e Comunicação.
Apresentação dos trabalhos até dia 30 de Junho.
Estão abertas as candidaturas para a primeira edição do Prémio UBI “Jovem Filósofo”. Este prémio, que é uma iniciativa da Comissão do Curso de Licenciatura em Filosofia da Universidade da Beira Interior, destina-se a alunos que frequentam o Ensino Secundário e tem como propósito reconhecer um trabalho de excelência, submetido anonimamente a concurso, sobre um problema filosófico considerado relevante. Nesta primeira edição, o tema proposto é o seguinte: “Arte, Conhecimento e Comunicação”. O prémio para esta edição será constituído pela publicação do ensaio vencedor, pela apresentação do trabalho na aula da área científica correspondente à questão que vai a concurso, por um fim-de-semana para duas pessoas num estabelecimento da rede “Pousadas da Juventude” e pela atribuição de um Certificado. Está ainda prevista a atribuição de menções honrosas.
consulte o regulamento AQUI.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
até já, THINK!
«There is something you should understand about the way I work. When you need me but do not want me, then I must stay. When you want me but no longer need me, then I have to go.»
... do filme, Nanny Mcphee
foi simplesmente um dos projectos no qual me deu mais gozo participar
pela parceria pedagógica
pelos caminhos
pelas pessoas que conheci
pelas ideias trocadas
pelas canções cantadas
pelos contos contados
João Paca na revista zOOm
é com muito orgulho que, ao passar as folhas da revista zOOm encontramos a referência ao João Paca e aos seus trabalhos de fotografia
o João é o responsável pela imagem deste projecto, bem como pelo design gráfico dos flyers & afins
parabéns!
domingo, 2 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Das teias tecidas… entre o pensar e o criar - workshop de filosofia para crianças
Celeste Machado
Joana Sousa
THINK |2010
O que as crianças têm em comum com os filósofos é a capacidade de espanto. De olhar para as coisas, como se fosse a primeira vez, deixando o maravilhamento e a pergunta tomarem conta do momento. Porquê? – esta é a palavra mágica, aquela que abre as portas para o caminho da investigação, da procura da resposta.
Joana Sousa
THINK |2010
O que as crianças têm em comum com os filósofos é a capacidade de espanto. De olhar para as coisas, como se fosse a primeira vez, deixando o maravilhamento e a pergunta tomarem conta do momento. Porquê? – esta é a palavra mágica, aquela que abre as portas para o caminho da investigação, da procura da resposta.
26 de Abril - Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro
Educar para a criatividade é perspectivar o futuro
«Joana Sousa, licenciada em Filosofia, certificada em Filosofia para Crianças e no método Six Thinking Hats é uma das mais destacadas especialistas em Filosofia para Crianças, no nosso país. Mentora do projecto Filosofia, Criatividade e Meia Dúzia de Chapéus às Cores tem orientado pais e profissionais de educação na arte de desenvolver o pensamento criativo nas crianças, seguindo os pressupostos teóricos de Edward de Bono, autor do método Six Thinking Hats e da afirmação: “A criatividade não é uma dádiva mística. Podemos treiná-la”.
Tendo o ano de 2009 sido o “Ano Europeu da Criatividade e Inovação” quisemos dar a conhecer o projecto “Filosofia, Criatividade e Meia Dúzia de Chapéus às Cores assim como a sua fundadora e responsável pela difusão do método do “pensamento paralelo”, junto de adultos e crianças em workshops e ateliers.»
Contributos da Filosofia para Crianças no desenvolvimento do potencial criativo - um artigo da Mara Mota, que pode ser lido AQUI!
Tendo o ano de 2009 sido o “Ano Europeu da Criatividade e Inovação” quisemos dar a conhecer o projecto “Filosofia, Criatividade e Meia Dúzia de Chapéus às Cores assim como a sua fundadora e responsável pela difusão do método do “pensamento paralelo”, junto de adultos e crianças em workshops e ateliers.»
Contributos da Filosofia para Crianças no desenvolvimento do potencial criativo - um artigo da Mara Mota, que pode ser lido AQUI!
terça-feira, 20 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
LOURINHAndo por aí!
descobrir um grupo interessado, motivado, ansioso por aprender mais!
Obrigada à Mafalda Teixeira e à Cristina Dias pelo convite e organização deste Workshop.
E obrigada pela presença de todas VÓS!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Curso de Filosofia para Crianças - em Santo Tirso (APEFP)
DATA DE REALIZAÇÃO: 24 de Abril ( Sábado ) das 9h 30m às 17h 00m
LOCAL: ESCOLA SECUNDÁRIA D. DINIS - STO. TIRSO
DESTINATÁRIOS: Professores; Pais e Encarregados de Educação; Auxiliares de Educação; responsáveis ATLs; outros interessados.
FORMADOR: Dr. Alexandre Lemos
LOCAL: ESCOLA SECUNDÁRIA D. DINIS - STO. TIRSO
DESTINATÁRIOS: Professores; Pais e Encarregados de Educação; Auxiliares de Educação; responsáveis ATLs; outros interessados.
FORMADOR: Dr. Alexandre Lemos
INSCRIÇÕES POR MAIL: apefp@iol.pt
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sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Festa Final #sala5 - Colégio de Alfragide
A convite da Ana Dominguez, a formadora Joana Sousa estará presente na Festa Final da #sala5. A peça foi o resultado das aulas de Filosofia e Criatividade que a Joana Sousa teve oportunidade de partilhar com os meninos da #sala5 durante o presente ano lectivo.
19 de Junho
Colégio de Alfragide
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Olhar a Palavra
Três olhares.
Uma caneta.
Quatro formas de sentir.
Assim nasceu um projecto que combina o olhar, a fotografia, com a palavra, a escrita.
João Sousa não é fotógrafo. É um mestre perdido em trigramas coreanos e que um dia descobriu porque é que os passarinhos cantam.
Marco Pires não é fotógrafo. É um aldeão da natureza, que acredita que há algo mais do que aquilo que imediatamente vê quando sente .
João Paca não é fotógrafo. É um arquitecto da tecnologia, que desmonta a complexidade no elemento mais simples.
Joana Sousa não é escritora. É uma sonhadora de mundos, onde convivem ideias, emoções e intuições, em plena harmonia.
O nosso projecto foi distinguido, na categoria Multimédia, no concurso Super Blog Awards.
Obrigada a todos aqueles que votaram, ao júri, aos leitores, aos visitantes e principalmente aos meus três amigos por terem dado forma a uma ideia que andava a vaguear algures por aqui!
Uma caneta.
Quatro formas de sentir.
Assim nasceu um projecto que combina o olhar, a fotografia, com a palavra, a escrita.
João Sousa não é fotógrafo. É um mestre perdido em trigramas coreanos e que um dia descobriu porque é que os passarinhos cantam.
Marco Pires não é fotógrafo. É um aldeão da natureza, que acredita que há algo mais do que aquilo que imediatamente vê quando sente .
João Paca não é fotógrafo. É um arquitecto da tecnologia, que desmonta a complexidade no elemento mais simples.
Joana Sousa não é escritora. É uma sonhadora de mundos, onde convivem ideias, emoções e intuições, em plena harmonia.
O nosso projecto foi distinguido, na categoria Multimédia, no concurso Super Blog Awards.
Obrigada a todos aqueles que votaram, ao júri, aos leitores, aos visitantes e principalmente aos meus três amigos por terem dado forma a uma ideia que andava a vaguear algures por aqui!
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Workshop na Lourinhã
A convite da CML vou voltar à terra dos dinossauros.
Para mais informações contacte mafalda.teixeira@cm-lourinha.pt ou cristina.dias@cm-lourinha.pt
Actualização: as inscrições já estão esgotadas!
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Formação em Filosofia Prática e Pensamento Crítico
Carga horária: 27 horas
Créditos: 1,1 U.C. (a presente acção releva para efeito de progressão na carreira de Professores do Grupo 410)
2,5 ECTS - Sistema Europeu de Acumulação e Transferência de Créditos
Horário: Sábados das 10h às 13h
INFO: http://filosofiacritica.wordpress.com/
Créditos: 1,1 U.C. (a presente acção releva para efeito de progressão na carreira de Professores do Grupo 410)
2,5 ECTS - Sistema Europeu de Acumulação e Transferência de Créditos
2ª Edição - 10 Abril a 19 Junho 2010
Horário: Sábados das 10h às 13h
INFO: http://filosofiacritica.wordpress.com/
Formador: Tomás Magalhães Carneiro
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Curso de Introdução ao Pensamento Crítico Contemporâneo
“Estética e Política”
Organização: UNIPOP (www.u-ni-pop.blogspot.com)/ Fábrica Braço de Prata
Inscrições, no valor de 25 €, através de pccestetica@gmail.com
Preço por sessão: 5 € (mediante disponibilidade de lugares)
De 10 de Abril a 05 de Junho de 2010
Aos sábados, das 18h00 às 20h00
Na Fábrica Braço de Prata
Rua da Fábrica do Material de Guerra, n.º 1
1950 LISBOA
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Ideístas!
Ouvi esta expressão AQUI, pela voz da Joana e do Rui.
E apetece-me dizer que sempre fui o que esta palavra quer dizer, sem saber que a palavra existia (e já existe nos dicionários?).
Tenho tido o privilégio de me cruzar com outros ideístas e com eles construir ideias, que se transformam em projectos e que dão origem a outras as ideias.
E apetece-me dizer que sempre fui o que esta palavra quer dizer, sem saber que a palavra existia (e já existe nos dicionários?).
Tenho tido o privilégio de me cruzar com outros ideístas e com eles construir ideias, que se transformam em projectos e que dão origem a outras as ideias.
Multipligação!
Aproveito aqui para lembrar o meu momento IGNITE, e sobretudo para agradecer a todos os ideístas que por aí existem pelo facto de acreditarem no que fazem e proporcionarem um olhar novo sobre o mesmo.
Mensagem do 2 de Abril de 2010, Dia Internacional do Livro Infantil
Um livro espera-te. Procura-o
Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
ELIACER CANSINO
Tradução: José António Gomes
Eliacer Cansino Macías (Sevilha, 1954) é professor de Filosofia numa escola de Sevilha, desde 1980, e autor de romances para jovens e adultos. Em 1997, recebeu o Prémio Lazarillo por O Mistério Velázquez, recriação da vida do anão Nicolasillo Pertusato e da sua relação com Velázquez. Em 1992, foi-lhe outorgado o Prémio Internacional Infanta Elena pelo livro Eu, Robinsón Sánchez, tendo naufragado, obra que foi também finalista do Prémio Nacional de Literatura Infantil, de Espanha. Em 2009, recebeu o Prémio Anaya de Literatura Infantil e Juvenil por Um Quarto em Babel. O lápis que encontrou o seu nome (2005). Tem muitos outros títulos editados.
A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.
Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
ELIACER CANSINO
Tradução: José António Gomes
Eliacer Cansino Macías (Sevilha, 1954) é professor de Filosofia numa escola de Sevilha, desde 1980, e autor de romances para jovens e adultos. Em 1997, recebeu o Prémio Lazarillo por O Mistério Velázquez, recriação da vida do anão Nicolasillo Pertusato e da sua relação com Velázquez. Em 1992, foi-lhe outorgado o Prémio Internacional Infanta Elena pelo livro Eu, Robinsón Sánchez, tendo naufragado, obra que foi também finalista do Prémio Nacional de Literatura Infantil, de Espanha. Em 2009, recebeu o Prémio Anaya de Literatura Infantil e Juvenil por Um Quarto em Babel. O lápis que encontrou o seu nome (2005). Tem muitos outros títulos editados.
A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.
[mensagem divulgada pela https://twitter.com/Bruxinhadepapel recebida através da Ana Dominguez]
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Boa Páscoa!
dadas as minhas inabilidade inatas para o desenho, «roubei» estes coelhinhos da Páscoa à #sala5 para vos desejar a todos
colaboradores
amigos
parceiros
companheiros de projectos
visitantes deste cantinho
uma Páscoa Feliz!
terça-feira, 30 de março de 2010
THINK | 2010
a sintonizar-me num projecto que nasceu, conheceu parcerias, cresceu e vai dar o seu 1º passo no dia 26 de Abril.
mais informações: http://think2010aear.blogspot.com/
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segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
O nosso site está a preparar-se...
...para algumas remodelações. A agenda está disponível AQUI! Em breve disponibilizaremos informações sobre as nossas parcerias.
Encontros Nacionais de Professores de Filosofia - convite à proposta de comunicações
A Sociedade Portuguesa de Filosofia, em parceria com a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, organiza este ano a 8ª edição dos Encontros Nacionais de Professores de Filosofia, nos dia 10 e 11 de Setembro 2010, em Portimão. Neste âmbito, está aberto o prazo de candidaturas para a apresentação de comunicações em língua portuguesa sobre quaisquer tópicos considerados relevantes para o ensino da Filosofia. As comunicações não devem exceder os 30 minutos, de modo a reservar pelo menos 20 minutos à discussão.
Os candidatos deverão enviar para o endereço spfil@spfil.pt, até 30 de Abril de 2010, o título da sua comunicação e um resumo da mesma, que não exceda as 500 palavras e que inclua um esboço do argumento proposto. Na rubrica “Assunto” deverão inscrever “8ENPF RESUMO”. O resumo deverá ser anexado em formato Word ou pdf e não deverá conter nenhuma referência que permita identificar o autor ou instituições a que este esteja ligado. O resumo será apreciado sob anonimato, sendo aceites no máximo duas comunicações. A decisão do júri será comunicada aos autores por correio electrónico até 1 de Maio.
Os candidatos deverão enviar para o endereço spfil@spfil.pt, até 30 de Abril de 2010, o título da sua comunicação e um resumo da mesma, que não exceda as 500 palavras e que inclua um esboço do argumento proposto. Na rubrica “Assunto” deverão inscrever “8ENPF RESUMO”. O resumo deverá ser anexado em formato Word ou pdf e não deverá conter nenhuma referência que permita identificar o autor ou instituições a que este esteja ligado. O resumo será apreciado sob anonimato, sendo aceites no máximo duas comunicações. A decisão do júri será comunicada aos autores por correio electrónico até 1 de Maio.
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Escrever nas férias da Páscoa: Eureka, tenho uma ideia!
Objectivos
Desenvolver e apurar o prazer da escrita e da leitura.
Estimular e incentivar a escrita apaziguando medos e libertando fantasmas imaginários.
Perceber a viagem que a escrita proporciona dentro e através de nós; ouvir as nossas palavras na boca dos outros.
Este curso destina-se a todas as crianças e ou jovens e ou pré-adolescentes que têm muitas ideias e não sabem o que fazer delas.
Talvez arrumá-las em palavras… construir frases…. Dar-lhes sentido…talvez escrever mesmo!
De 05-04-2010 a 30-04-2010
formadora: Isabel Costa
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segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
(mais uma história do Rafa, contada pela mãe Zélia)
«Ouço-o gritar e corro para o quarto...
O que se passa filho?
???
(Só não entendi se eram folhas de papel ou folhas de árvores....)
Acho que quando EU tinha 5, não sabia o que era um cérebro!»
O que se passa filho?
Mãe, tenho o cérebro cheio de folhas!
???
(Só não entendi se eram folhas de papel ou folhas de árvores....)
Acho que quando EU tinha 5, não sabia o que era um cérebro!»
visite o blog da Zélia
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assinalando o Dia Mundial da Poesia
A CRIANÇA que pensa em fadas e acredita nas fadas
Age como um deus doente, mas como um deus.
Porque embora afirme que existe o que não existe
Sabe como é que as cousas existem, que é existindo,
Sabe que existir existe e não se explica,
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir,
Sabe que ser é estar em algum ponto
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer.
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sábado, 20 de março de 2010
partilhar ideias...
...parar para pensar,
criar sapatos inovadores,
traçar mapas!
(no desenho, Joana dos Chapéus... EU! )
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quinta-feira, 18 de março de 2010
O Bebé Filósofo
Como pensam os bebés? Como é ser um bebé? A que ponto as nossas experiências como crianças moldam as nossas vidas adultas? Na última década, houve uma revolução na nossa compreensão das mentes dos bebés e das crianças... A recente pesquisa científica e psicológica revelou que os bebés aprendem mais, criam mais, se preocupam mais e experimentam mais do que alguma vez imagináramos. Alison Gopnik - uma importante psicóloga e filósofa, e também mãe - explica os inovadores desenvolvimentos psicológicos, neurocientíficos e filosóficos na nossa compreensão das crianças muito pequenas, transformando a nossa compreensão de como os bebés vêem o mundo e, por sua vez, proporcionando uma apreciação mais profunda do papel dos pais.
O Bebé Filósofo de Alison Gopnik
(retirado DAQUI)
O Bebé Filósofo de Alison Gopnik
(retirado DAQUI)
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quarta-feira, 17 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
conjugar o verbo chapelar!
Depois da visita à #sala5, com um saco cheio de chapéus às cores é com muito agrado que leio, via Twitter, os passos destes «meus» pequenos filósofos.
No momento do reconto do dia, as crianças são convidadas a pensar naquilo que se passou e a tentar enquadrar esses acontecimentos nas seis linhas de pensamento que os chapéus indicam.
Se quiser saber algo mais sobre a técnica de Edward de Bono, visite aqui.
Quanto à #sala5, seguem-se alguns ecos desta semana, que podem ser acompanhados na timeline da educadora Ana Dominguez (@Anadz).
Chapéu Vermelho: Jogar à bola (Bernardo, 6 anos)
Chapéu Verde: Fazer 1 bola de futebol com objectos (fita cola, 1 gorro e papel) (MIguel, 5 anos)
O cérebro é o que manda no nosso corpo todo e isso pertence ao Chapéu Branco (Tomás, 5 anos)
O trabalho dos ovos da Pàscoa, 1º temos que preparar tudo, antes de os fazer e isso pertence ao chapéu Azul (Bernardo,6 anos)
Hoje é dia de Postais para o dia do Pai (Chapéu Azul)
Nós inventámos a história para o concurso das histórias e isso é uma coisa do Capéu Verde (Miguel, 5 anos)
Eu detesto bacalhau cozido (Chapéu Preto), (Bia, 5 anos)
Eu gostei de jogar o jogo da Glória (Chapéu Amarelo) (Tó, 5 anos)
Nós também tocámos com aqueles senhores, com as clavas (isso pertence ao Chapéu Amarelo, Joana A., Bernardo, 6 anos)
Ouvir o concerto foi uma coisa que pertence ao Chapéu Vermelho (Gabriel, Salvador)
O prof. Marco pensou e trouxe o cd para nós vermos e ouvirmos (Chapéu Azul) (Bernardo, 6 anos)
No momento do reconto do dia, as crianças são convidadas a pensar naquilo que se passou e a tentar enquadrar esses acontecimentos nas seis linhas de pensamento que os chapéus indicam.
Se quiser saber algo mais sobre a técnica de Edward de Bono, visite aqui.
Quanto à #sala5, seguem-se alguns ecos desta semana, que podem ser acompanhados na timeline da educadora Ana Dominguez (@Anadz).
09-03-2010
Chapéu Vermelho: Jogar à bola (Bernardo, 6 anos)
Chapéu Verde: Fazer 1 bola de futebol com objectos (fita cola, 1 gorro e papel) (MIguel, 5 anos)
O cérebro é o que manda no nosso corpo todo e isso pertence ao Chapéu Branco (Tomás, 5 anos)
O trabalho dos ovos da Pàscoa, 1º temos que preparar tudo, antes de os fazer e isso pertence ao chapéu Azul (Bernardo,6 anos)
Hoje é dia de Postais para o dia do Pai (Chapéu Azul)
Nós inventámos a história para o concurso das histórias e isso é uma coisa do Capéu Verde (Miguel, 5 anos)
Eu detesto bacalhau cozido (Chapéu Preto), (Bia, 5 anos)
Eu gostei de jogar o jogo da Glória (Chapéu Amarelo) (Tó, 5 anos)
10-03-2010
Nós também tocámos com aqueles senhores, com as clavas (isso pertence ao Chapéu Amarelo, Joana A., Bernardo, 6 anos)
Ouvir o concerto foi uma coisa que pertence ao Chapéu Vermelho (Gabriel, Salvador)
O prof. Marco pensou e trouxe o cd para nós vermos e ouvirmos (Chapéu Azul) (Bernardo, 6 anos)
sábado, 13 de março de 2010
Workshop: Filosofia para Crianças, Criatividade e meia dúzia de chapéus às cores


20 de Março de 2010 - ÚLTIMAS inscrições
Formadora: Joana Sousa
Destinatários: pais, professores e educadores
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terça-feira, 9 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Meia dúzia de chapéus às cores na #sala5
A convite da @Anadz visitámos a #sala5. Ficou a promessa de voltar depois da aula de Filosofia em Novembro passado. Desta vez levámos na mala meia dúzia de chapéus às cores, um código para os pensamentos, para nos ajudar pensar.
No final do dia, como é habitual, os meninos da #sala5 fazem o reconto das actividades via Twitter. A Ana senta-se ao computador e os meninos vão dizendo o que de mais importante se passou. Hoje falaram da aula de Filosofia, dos Chapéus do Pensamento e da visita do amigo João (de quem tinham saudades).
Aqui fica o resumo do que aprendemos sobre os seis chapéus (cf. no twitter através da hashtag #sala5)
Também pusemos os chapéus na cabeça (Bernardo,6 anos)
Cd chapéu tinha 1 cor. O chapéu azul é pr não nos esquecermos das coisas (Miguel, Manel,5 anos)
O chapéu preto é das coisas más (Bernardo,6 anos)
O chapéu preto é o do peixe cozido (Nós não gostamos) (Miguel,5 anos)
O chapéu amarelo é das coisas que sabem bem (como fazer trabalhos ou jogos) (Tó, Miguel,Bernardo)
O chapéu verde é o da Criatividade (como os jardins portáteis) (Afonso, Pedro, Bernardo)
O chapéu vermelho é o dos sentimentos (é sentir o cora´ão a bater) (Gabriel,6 anos)
O chapéu branco é o chapéu das perguntas (Gabriel, 6 anos)
Nós hoje de manhã desenhámos os chapéus que nós quisemos e cada 1 correspondia ao que nós fazíamos ou tínhamos (Tó, Bernardo)
No final do dia, como é habitual, os meninos da #sala5 fazem o reconto das actividades via Twitter. A Ana senta-se ao computador e os meninos vão dizendo o que de mais importante se passou. Hoje falaram da aula de Filosofia, dos Chapéus do Pensamento e da visita do amigo João (de quem tinham saudades).
Aqui fica o resumo do que aprendemos sobre os seis chapéus (cf. no twitter através da hashtag #sala5)
Hoje a Joana mostrou-nos uns chapéus e eram todos para os pensamentos (Daniel,Miguel,5 anos)
Também pusemos os chapéus na cabeça (Bernardo,6 anos)
Cd chapéu tinha 1 cor. O chapéu azul é pr não nos esquecermos das coisas (Miguel, Manel,5 anos)
O chapéu preto é das coisas más (Bernardo,6 anos)
O chapéu preto é o do peixe cozido (Nós não gostamos) (Miguel,5 anos)
O chapéu amarelo é das coisas que sabem bem (como fazer trabalhos ou jogos) (Tó, Miguel,Bernardo)
O chapéu verde é o da Criatividade (como os jardins portáteis) (Afonso, Pedro, Bernardo)
O chapéu vermelho é o dos sentimentos (é sentir o cora´ão a bater) (Gabriel,6 anos)
O chapéu branco é o chapéu das perguntas (Gabriel, 6 anos)
Nós hoje de manhã desenhámos os chapéus que nós quisemos e cada 1 correspondia ao que nós fazíamos ou tínhamos (Tó, Bernardo)
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quarta-feira, 3 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
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